<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>●๋• Fernanda Magalhães ●๋•</title>
	<atom:link href="http://fernandamag.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://fernandamag.wordpress.com</link>
	<description>Blog de uma garota sem criatividade!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Jun 2009 14:51:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='fernandamag.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>●๋• Fernanda Magalhães ●๋•</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://fernandamag.wordpress.com/osd.xml" title="●๋• Fernanda Magalhães ●๋•" />
	<atom:link rel='hub' href='http://fernandamag.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>O consumismo que consome</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2009/06/22/o-consumismo-que-consome/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2009/06/22/o-consumismo-que-consome/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 14:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Compras compulsivas]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=78</guid>
		<description><![CDATA[Hoje, consumir compulsivamente não é só um ato de luxo, e sim uma doença. Cartões de crédito, cheques especiais, promoções. Todas as facilidades para adquirir produtos são disponibilizadas por um simples preenchimento de dados ou uma ligação. Consumir excessivamente é mais que um ato feito de vez em quando, para muitas pessoas é algo rotineiro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=78&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">Hoje, consumir compulsivamente não é só um ato de luxo, e sim uma doença.</p>
<p style="text-align:justify;">Cartões de crédito, cheques especiais, promoções. Todas as facilidades para adquirir produtos são disponibilizadas por um simples preenchimento de dados ou uma ligação. Consumir excessivamente é mais que um ato feito de vez em quando, para muitas pessoas é algo rotineiro e, também, problemático. Manoel Rodrigues-Neto, professor de psicologia do Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB) e mestre em psicologia do consumidor, considera a compulsão por compras uma doença.</p>
<p style="text-align:justify;">Entrar no shopping e sair com milhares de sacolas, que ao chegar em casa se transformam em motivo de desespero tem sido momentos enfrentados na vida de Ana<a href="#_ftn1">[1]</a>*. “Depressão gera vários transtornos. A questão da auto-estima no meu caso era muito baixa e me levou a ter transtorno bipolar compulsivo. Pra suprir isso eu comprava compulsivamente” afirma a jovem. Essa compulsão foi atestada como manifestação de um transtorno bipolar aliado à depressão. O professor complementa que “transtorno bipolar compulsivo é uma variação de humor, sem aparente explicação. Quando uma pessoa está em depressão pode descontar nas compras”.</p>
<p style="text-align:justify;">Manoel Rodrigues aponta que o distúrbio é acompanhado por uma ansiedade que leva o indivíduo a ser menos racional e mais emocional. O professor, ainda, faz uma comparação, de que o consumismo se intensifica junto com o fluxo do capitalismo. Empresas, publicitários e órgãos governamentais se apropriam dessa lógica de mercado. “A partir do momento que você compreende as variáveis do comportamento do consumidor as empresas podem se adequar melhor aos interesses deles, assim como os órgãos [públicos] podem preparar melhor as leis para não enganar o consumidor”.<span id="more-78"></span></p>
<p style="text-align:justify;">A jovem Ana afirma que gasta para suprir uma carência, uma necessidade de completar algo que considera vazio. Há 10 anos, ela diz que possui baixa auto-estima, e que o sentimento de êxtase que encontra nas compras lhe faz sentir melhor. “Quando acabava de comprar era um alívio, mas assim que chegava em casa era um horror, tinha um sentimento de culpa. Olhava para as sacolas e nada daquilo me satisfazia, já não tinha valor pra mim”. Quando a pessoa adquire uma roupa ela acredita que aquela calça ou a blusa nova vai lhe fazer ser mais aceita e mais bonita. Não importa o quanto vai gastar e muito menos como vai pagar, o importante é ter. A jovem diz que comprava muito e depois tinha “um sentimento de ‘meu Deus agora tenho que pagar as contas como eu faço?’ ” .</p>
<p style="text-align:justify;">Ter uma marca ou um produto para apresentar é um fato apontado pela jovem como importante. O teórico de Karl Marx em seus estudos apresenta o conceito de <em>fetiche da mercadoria</em>, tal termo preconiza que o objeto adquire um simbolismo, que vai além do <em>valor de uso</em>, ou seja, da função do produto. A Indústria Cultural se apropria de armas publicitárias para criar o desejo. “A necessidade do consumidor leva o despertar dessa necessidade, seja pelo conforto, luxo ou praticidade”, afirma Rodrigues.</p>
<p style="text-align:justify;">Com mestrado em comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professora do curso de comunicação social do IESB, Luanda Schramm, aponta que há uma perda de identidade. “Hoje, a forma de identificação se dá pelo consumo. Existe um declínio do Estado Nação como categoria identitária preferencial”. Nesse caso Schramm aponta o valor cultural como influente, “pela mundialização da cultura as marcas foram convertidas em categorias identitárias. Assim você define quem você é pelo que você consome”.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Rodrigues a pessoa compulsiva tem mania de compras. Independente do produto. Não interessa o produto e sim o hábito de comprar, o prazer. As conseqüências do comprar compulsivo além de financeiras são estendidas para o plano pessoal e do trabalho, o que gera dificuldades de relacionamento. “Os mais afetados são os parceiros ou quem convive diretamente com essas pessoas”, afirma o professor.</p>
<p style="text-align:justify;">Portadores da compulsão chegam a quebrar barreiras morais para conseguir suprir seus desejos. “Faço muitas dívidas que não dou conta de pagar e tenho que recorrer à minha família. Isso gera muitos problemas. Problemas sérios de relacionamento”, afirma a jovem. Ela diz que passou dos limites quando usou todos os seus cartões de crédito, cheques e ainda pegou o cartão da sua minha irmã para uso próprio.</p>
<p style="text-align:justify;">Por conviver intimamente com Ana, sua irmã Camila<a href="#_ftn2">[2]</a>* afirma que nunca esperou esse tipo de atitude da parte dela. “Na hora que eu me dei conta do roubo, fiquei sem saber o que fazer, pois era minha irmã”.  Todos são afetados e entram em uma espécie de desespero, “logo de primeira tive um pouco de raiva, pois tudo aquilo era injusto comigo, mas depois o que senti foi pena. Eu entendi que aquela vontade era mais forte do que ela [Ana]. Foi aí que nossa família se reuniu para pensar em alguma forma de ajudá-la”.</p>
<p style="text-align:justify;">Os familiares tomaram a decisão de levá-la pra uma clínica, pois além da compulsão pelas compras ela começou a tomar remédios para dormir. “Para fugir da realidade e esquecer das contas. Ao invés de pensar em como pagar, eu dormia o dia todo”, conta Ana. Por sua experiência, o professor de psicologia ressalta que a decisão de procurar um tratamento, na maioria das vezes, parte da família, pois o doente sente vergonha ou acha que não necessita. Em depoimento, Ana confirma que a decisão de interná-la foi dos pais, e que só depois tomou consciência que estava no “fundo do poço”.</p>
<p style="text-align:justify;">O tratamento é importante e difícil, pois de acordo com Rodrigues o processo de conscientização pode ser demorado. Ele frisa que “primeiramente as pessoas devem se afastar do vício para depois, ir aos poucos, se adaptando ao problema. Aos poucos se aproximar de locais em que estaria exposta a tentação de comprar. A pessoa tem que aprender a lidar com a presença do problema”.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de ter se conscientizado Ana conta que “a princípio senti uma angustia muito grande de estar ali [clínica], passando por aquilo, era uma situação muito constrangedora para mim e para minha família, mas depois fui vendo que era necessário, o melhor a ser feito”. Com a ajuda de psicólogos, psiquiatras e enfermeiros, Ana, ainda, passa por tratamento com consultas e ajuda de remédios antidepressivos. O professor diz que, no tratamento, nem sempre se usa medicamentos. “É uma terapia através de conversas, sugestões, atividades, relaxamento ou sugestão de atividades saudáveis, como esportes”, declara.</p>
<p style="text-align:justify;">Como o próprio professor de psicologia ressalta, curar um doente é um processo que pode ser longo. A jovem, que possui a compulsão por compras há algum tempo, não se sente completamente curada. “Acho que não faria as mesmas coisas, não na proporção que fiz, mas acho que eu ainda gastaria”, confessa Ana.</p>
<p style="text-align:justify;">O senso comum pode atribuir à compulsão como um problema do sexo feminino. Mas a questão de gênero não está ligada ao desenvolvimento da doença. Segundo Rodrigues tal conclusão se deve pelo fato de que mulheres tem mais iniciativa em buscar ajuda e admitir possuir o problema. Outro ponto relevante é que essa compulsão em homens aparece, principalmente, em outros tipos de produtos como carros, eletrônicos, bens de consumo mais caros e que atribuem status.</p>
<p style="text-align:justify;">Tanto Schramm quanto Rodrigues citam a questão cultural, como um dos vários fatores que podem desencadear a compulsão por compras. O professor diz que esses casos vem crescendo, uma vez que o seu diagnóstico é mais eficaz e, também, pelo aumento do poder aquisitivo e  baixo custo de determinados produtos.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma ilustração dessa temática pode ser vista no filme “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”. A trama relata, justamente, os momentos de angústia e superação de uma garota que faz de tudo para ter a bolsa da moda ou aquela bota exclusiva. Alguns podem ver como uma simples comédia, mas esse comportamento não gera nenhum tipo de felicidade para quem o possui ou convive com ele e, é muito mais presente do que se imagina.</p>
<p style="text-align:justify;">
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> * Nome fictício. A entrevistada preferiu não se identifcar.</p>
<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> Nome fictício. A entrevistada preferiu não se identificar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/78/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=78&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2009/06/22/o-consumismo-que-consome/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Desilução da segurança impecável</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2009/06/16/desilucao-da-seguranca-impecavel/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2009/06/16/desilucao-da-seguranca-impecavel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 14:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente do airbus da Air France]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=72</guid>
		<description><![CDATA[A fatalidade anormal ocorrida com o Airbus da Air France no ultimo dia do mês de maio, abalou e desiludiu muita gente. Para àqueles que tinham a sensação de estarem seguros ao voar de avião, foram-lhes tiradas as esperanças. A notícia da morte de uma passageira que perdeu o voo do dia 31, após ter [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=72&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A fatalidade anormal ocorrida com o Airbus da Air France no ultimo dia do mês de maio, abalou e desiludiu muita gente. Para àqueles que tinham a sensação de estarem seguros ao voar de avião, foram-lhes tiradas as esperanças.</p>
<p style="text-align:justify;">A notícia da morte de uma passageira que perdeu o voo do dia 31, após ter morrido em um acidente de carro no mesmo dia do voo, colocou em questão o antigo ditado popular de que a hora dela realmente chegara. O incômodo que isto causa é evidente. Basta estarmos vivos para corrermos risco de morte.</p>
<p style="text-align:justify;">A revista Isto É trouxe em sua capa, na semana passada a seguinte pergunta: “Então quer dizer que nunca estivemos seguros?!”. Respondo que não, assim como em terra firme nunca estivemos. O homem criou asas que não lhe foram concedidas e alcançou os céus sem devida permissão. A tecnologia avançada, estudos e cálculos feitos de nada serviram para sustentar nos céus as vidas de 228 pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois desta catástrofe, será que ainda teremos a ilusão de estarmos seguros em algum lugar deste mundo? Acho que ao invés de pesarmos nisso devemos viver enquanto há tempo, e claro, não deixarmos de viajar de avião. Afinal, a realidade é dura, mas a vida é curta!</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/72/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=72&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2009/06/16/desilucao-da-seguranca-impecavel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Heróis e Anti-heróis em séries</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/09/herois-e-anti-herois-em-series/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/09/herois-e-anti-herois-em-series/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 22:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Vogler]]></category>
		<category><![CDATA[Dexter]]></category>
		<category><![CDATA[Heróis]]></category>
		<category><![CDATA[Life on Mars]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=68</guid>
		<description><![CDATA[O seriado americano Dexter, conta a história de um analista forense, Dexter Morgan, especialista em padrões de dispersão de sangue, do departamento de polícia de Miami. Neste caso, baseado na obra de Christopher Vogler, “A Jornada do Escritor”, Dexter é considerado o anti-herói. Ele é um psicopata que mata os criminosos que a polícia não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=68&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O seriado americano Dexter, conta a história de um analista forense, Dexter Morgan, especialista em padrões de dispersão de sangue, do departamento de polícia de Miami.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste caso, baseado na obra de Christopher Vogler, “A Jornada do Escritor”, Dexter é considerado o anti-herói. Ele é um psicopata que mata os criminosos que a polícia não consegue encontrar, sem deixar pistas.</p>
<p style="text-align:justify;">O protagonista da série julga-se um homem sem sentimentos, mas mantém uma relação afetuosa com a meia-irmã. Debra, que é policial, tenta provar para sua chefe, que tem boas pistas para encontrar os serial-killers, com a ajuda do irmão que tem faro para encontrá-los.</p>
<p style="text-align:justify;">O padrasto de Dexter notou que ele tinha tendências psicopatas quando ele ainda era um menino, e o direcionou para usar seu instinto para fazer justiça, de uma maneira um tanto excêntrica. Seu fetiche é desmembrar os assassinos que mata e guardar uma gota de sangue de cada um, como em uma coleção.</p>
<p style="text-align:justify;">Já na série Life on Mars, que tem como protagonista o detetive Sam Tyler, podemos ver nitidamente características de um herói completo.<br />
Sam é tele transportado para a década de 70, enquanto tentava desvendar o desaparecimento de sua namorada.</p>
<p style="text-align:justify;">A jornada do herói se baseia exatamente nisto. O mocinho é tirado de seu habitat natural para combater forças ocultas em “outro mundo”, depois como recompensa, por ter alcançado seu objetivo, pode retornar a sua vida normal.</p>
<p style="text-align:justify;">Tyler encontra muitas dificuldades para entender como ele saiu do ano de 2006 e foi parar na década de 70. Durante o seriado Sam faz amigos. Uns o ajudam e outros atrapalham ainda mais na sua jornada para desvendar um caso de desaparecimento também.</p>
<p style="text-align:justify;">O desfecho da série se dá quando Sam consegue desvendar e salvar a moça desaparecida, e percebe que este caso tem relação com o caso do sumiço de sua namorada no ano de 2006. Os dois casos estão interligados.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Christopher Vogler as histórias têm objetivo de entretenimento misturado à fascinação pelo que não é real. É isto que essas duas séries nos trazem. A vontade obscura de fazer justiça pelas próprias mãos, e uma jornada no nosso próprio subconsciente, capaz de desvendar todos os mistérios que existem entre nós.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/68/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=68&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/09/herois-e-anti-herois-em-series/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Dilema sobre Ética</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/07/dilema-sobre-etica/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/07/dilema-sobre-etica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 18:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade jornalística]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=64</guid>
		<description><![CDATA[É óbvio que subornar fontes e mentir para obter informações é uma atitude muito radical. Se for em prol do interesse público, o jornalista até teria motivos plausíveis, mas deve-se evitar. A atividade jornalística se baseia na clareza e na objetividade dos fatos, reportando aos leitores, ou telespectadores, a realidade. Se esta realidade é necessária [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=64&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">É óbvio que subornar fontes e mentir para obter informações é uma atitude muito radical. Se for em prol do interesse público, o jornalista até teria motivos plausíveis, mas deve-se evitar.</p>
<p style="text-align:justify;">A atividade jornalística se baseia na clareza e na objetividade dos fatos, reportando aos leitores, ou telespectadores, a realidade. Se esta realidade é necessária ao conhecimento geral e a sociedade não tem acesso, cabe ao jornalista investigar e procurar, da melhor maneira, obter dados para esclarecê-las, porém, sempre cuidando para que a ética jornalística não seja desobedecida.</p>
<p style="text-align:justify;">Jabá é um termo utilizado no jornalismo para designar personagens que oferecem benefícios materiais, em troca de exposição na mídia e elogios. Mas esta oferta não parte do jornalista. Então, cabe a ele ter ética para recusá-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">A todo o momento estamos nos deparando com a ética. Mas, é claro que na profissão de jornalista, isso é mais consistente, pois ela é um instrumento de escolha entre o “bem” e o “bem”, ou entre o “mal” e o “mal”, levando em conta quais os interesses envolvidos.</p>
<p style="text-align:justify;">O jornalista é considerado “porta-voz” da opinião pública e o “quarto poder”. Tem a função de fiscalizar os poderes públicos e privados, assegurar a transparência das relações políticas, econômicas, sociais e fornecer informações, comentários e opiniões dentro do que lhe foi confiado.</p>
<p style="text-align:justify;">Deixar de se identificar para obter uma notícia de valor, que se se identificasse não teria acesso, é em minha opinião o diferencial entre um profissional que só se preocupa com o que vai receber se publicar uma matéria ou não, daquele que realmente tem interesse de prestar serviços à população com a qual está comprometido. Neste caso, o único prejudicado seria o próprio jornalista, que está arriscando sua profissão em detrimento do interesse público.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/64/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=64&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/07/dilema-sobre-etica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>João Corredor</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/06/joao-corredor/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/06/joao-corredor/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 18:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=60</guid>
		<description><![CDATA[Durante a semana minha rotina é pesada. Levanto às 04h15 e faço meu café. Minha vida sempre foi muito dura. Tive pouco estudo e meus pais precisavam que eu trabalhasse desde pequeno para ajudar nas despesas da casa. Era uma família grande. Eu tinha oito irmãos. Hoje sou servente de pedreiro. Meu emprego me dá [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=60&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Durante a semana minha rotina é pesada. Levanto às 04h15 e faço meu café. Minha vida sempre foi muito dura. Tive pouco estudo e meus pais precisavam que eu trabalhasse desde pequeno para ajudar nas despesas da casa. Era uma família grande. Eu tinha oito irmãos.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sou servente de pedreiro. Meu emprego me dá o necessário. Vivo sozinho num barraco simples, com um quarto, um banheiro, sala e cozinha juntos.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns anos atrás tive esposa e um filho. Minha perda foi dramática. Minha mulher adoeceu de meningite e logo meu filho adoeceu junto. Não resistiram, por falta de assistência. Fui fraco, e minha vida mudou completamente depois disso.</p>
<p style="text-align:justify;">Resolvi mudar de casa. Morávamos em uma casinha simples, mas muito boa. Eu trabalhava como motorista de um empresário bem sucedido. Ele era muito bom para mim e minha família. Sempre nos ajudava nas compras do mês e dava roupas novas para meu filho. Minha esposa trabalhava como empregada doméstica na mesma casa e nas horas vagas, como costureira. Meu filho só estudava. Estava na quarta série do primário. Éramos uma família feliz.</p>
<p style="text-align:justify;">Nunca tive nenhum vício. Mas, depois da morte deles, entreguei-me ao álcool. Vendi a casa e larguei o emprego. Minha vida já não tinha mais sentido sem eles. Eu estava só, largado no mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Numa dessas noites desvairadas, em que estava completamente embriagado e sem rumo, andando pela rua de madrugada, fui atropelado por um carro. Dizem que fiquei três dias inconsciente. Para mim foram bem mais que somente três dias. Estive com meu filho e minha esposa. Eles não haviam me abandonado.<span id="more-60"></span></p>
<p style="text-align:justify;">A partir daquele dia, resolvi largar a bebida. E, hoje, todos os dias pela manhã, acordo cedinho, preparo meu pão com manteiga, um café preto bem forte e minha marmita para o almoço e corro. Corro dez quilômetros até meu trabalho. O percurso é o mesmo do meu atropelamento e isso faz lembrar minha família. A corrida me renova e me faz ter forças pra continuar. Imagino que eles estão correndo ao meu lado.</p>
<p style="text-align:justify;">Certa manhã, durante minha corrida rotineira, um carro veio pelo acostamento e parou perto de mim. Continuei correndo, mas olhando curioso. Era uma moça. Ela desceu do carro e estava me chamando. Achei estranho, mas ela continuou pedindo que eu parasse. Voltei caminhando, pensei que ela pudesse precisar de ajuda.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela se apresentou pra mim e disse que eu era um exemplo de perseverança e força. Fiquei atônito. Não sabia o que dizer, não estava entendo. Ela disse que todos os dias que ia ao trabalho cedinho, me via correndo durante a madrugada, com minha marmita na mão, e observou que eu não cansava. Que eu corria como se quisesse alcançar alguém, com objetivo, com vontade. Disse que me admirava pela garra, e que sempre teve curiosidade de saber quem era aquele corredor das madrugadas. Disse que eu era uma inspiração, pois quando ela pensava em desistir, ou sentia-se triste e desmotivada, lembrava-se daquele senhor que corria. Corria contra o tempo. Corria contra a infelicidade. Corria para viver!</p>
<p style="text-align:justify;">Minha vida ganhou outro sentido a partir daquele dia, que parecia ser mais um dia de trabalho sem graça. Mas o poder daquelas palavras me deu vida. E me provaram que eu sou alguém perceptível e que alguém teve a sensibilidade de reparar no esforço que faço todos os dias. Não me sento mais só. Alguém tem compaixão por mim.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/60/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=60&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/06/joao-corredor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Revolução ou anarquia?</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/05/revolucao-ou-anarquia/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/05/revolucao-ou-anarquia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 14:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=57</guid>
		<description><![CDATA[Para aqueles que se interessam em saber mais sobre o ano de 1968, essa é uma pergunta freqüente. Será que aquele ano representou uma revolução política, cultural, social ou seja lá o que for, ou apenas uma anarquia geral por parte de jovens rebeldes que não sabiam ao certo o que queriam? O livro do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=57&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Para aqueles que se interessam em saber mais sobre o ano de 1968, essa é uma pergunta freqüente. Será que aquele ano representou uma revolução política, cultural, social ou seja lá o que for, ou apenas uma anarquia geral por parte de jovens rebeldes que não sabiam ao certo o que queriam? O livro do jornalista Zuenir Ventura tenta responder a essa e outras perguntas referentes a esse ano que tanto marcou o Brasil e o mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Resultado de uma pesquisa incessante, banhado por dezenas de entrevistas e depoimentos, o livro de Zuenir Ventura, publicado pela Editora Nova Fronteira em 1988, com mais de 40 edições, tornou-se ícone da história do jornalismo brasileiro.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro é uma reconstituição dos acontecimentos de 1968. Retrata os anseios de uma geração movida pela vontade de mudanças, descritos num relato de grande importância para a compreensão do Brasil contemporâneo. “Se houve na história um movimento em que seus componentes não souberam o que era egoísmo, anulando-se como indivíduos para se encontrar como massa, esse movimento foi o da espetacular, pública e gregária geração de 68.”, escreve Zuenir Ventura.</p>
<p style="text-align:justify;">O jornalista começa descrevendo o famoso “Réveillon da Helô”, festa realizada na casa de Heloisa Buarque de Hollanda, crítica literária e sua amiga, e termina com José Dirceu, líder estudantil preso em 68, e com a decretação do AI-5 – o Ato Institucional número 5, que deu plenos poderes ao governo militar e acabou com muitas liberdades individuais, inclusive a liberdade de expressão.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Ventura, o ano de 1968 representou uma sintonia mágica, misteriosa, que fez as coisas acontecerem ao mesmo tempo em países de regimes diferentes. Foi a primeira manifestação da globalização sem ela nem existir. O ano de 68 foi muito mais que uma revolução política. Foram protestos contra a ditadura, vanguardismo estético e irreverência comportamental. Os jovens queriam mudar o mundo, achavam que se podia mudar tudo por meio da revolução. Acreditavam que podiam fazer uma revolta política. Lutavam em todas as frentes para destruir o velho e impor o novo.</p>
<p style="text-align:justify;">A grande ironia é que eles não fizeram uma revolução política, mas uma revolução cultural. Mudaram os costumes, mudaram os hábitos, mudaram a maneira de pensar, de agir e de vestir. Mudaram os valores.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro trata também da questão das drogas. Em 68, houve uma utopia em relação às drogas. Os jovens achavam que seria um caminho para o autoconhecimento, para a ampliação do conhecimento, de expansão da consciência e liberdade. Mas, infelizmente, chegou-se à conclusão de que as drogas são o instrumento de morte.<span id="more-57"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Zuenir Ventura mostra a valorização do jovem em 68. Era uma geração onipotente, muito cheia de si, tanto que se dizia “não confie em ninguém com mais de 30 anos.” O chamado “poder jovem” se descobriu como personagem. E, também, logo foi descoberto pelo consumo. Eram considerados uma categoria social e tinham muito orgulho disso.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro aspecto abordado foi a revolução sexual. Com o advento da pílula anticoncepcional, o sexo ficou mais livre, mais fácil. As mulheres também contribuíram para isso, pois o avanço das liberdades individuais abriu espaço para as mulheres atuarem na sociedade mais livremente. As condições femininas melhoraram muito nessa época. As mulheres já podiam entrar em bares sozinhas, usarem minissaias. Nas relações também houve grandes mudanças, com um pouco da desmoralização do autoritarismo nas relações entre marido e mulher, entre professor e aluno, entre pais e filhos.</p>
<p style="text-align:justify;">No livro, são revelados os sucessos musicais da época e cantores que revolucionaram a música brasileira com o tropicalismo, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Maria Betânia, Gal Costa entre outros. Cita o premiado e impressionante filme Terra em transe, de Gláuber Rocha. Cita ainda as travessuras comportamentais da geração de Leila Diniz e Danusa Leão, atrizes da época.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro tópico importante descrito no livro é a morte do estudante Édson Luís Lima Souto, baleado num confronto entre policiais e estudantes, num restaurante universitário ,no Rio de Janeiro. A morte do estudante desencadeou uma série de manifestações de protestos que iriam culminar na Passeata dos 100 Mil, três meses depois. Ficou na história como um marco. Édson virou mártir, e pode-se dizer que a partir da sua morte a opinião pública se sensibilizou com a luta estudantil.</p>
<p style="text-align:justify;">A “sexta-feira sangrenta” de 1968, ao contrário do movimento francês, que já havia acontecido em Paris, tinha motivos fortes para ser catastrófica. O presidente Costa e Silva prometia que, enquanto estivesse no poder, não iriam acontecer mais protestos e manifestações a pau e pedra. Os jovens “porraloucas” (como eram chamados na época) foram às ruas do Rio de Janeiro para lutar contra uma ditadura de carne e osso, pronta para entrar em ação e acabar com todos os direitos já conquistados. A confusão durou três dias, mas foi na sexta que o movimento chegou ao ápice. As batalhas prosseguiram com intensidade, com barricadas espalhadas por toda cidade. É difícil ver, nos tempos de hoje, movimentos tão uniformes, unidos, buscando um único objetivo em comum. Os jovens daquela época participavam, discutiam e reivindicavam melhorias na política, no meio social e cultural, ao contrário de hoje em que vemos claramente o desinteresse e a sensação de que se pode fazer tudo sem precisar sair por aí gritando e fazendo baderna.</p>
<p style="text-align:justify;">Na quarta-feira seguinte, procedeu-se a Passeata dos 100 Mil. Foi preciso muita articulação política para que a “sexta-feira sangrenta” não se repetisse. A passeata, realizada em 26 de junho de 1968, na Cinelândia, no Rio de Janeiro, é considerada a manifestação popular mais importante de resistência à ditadura militar. Marca o ponto alto do movimento estudantil e o início de sua ruína. Fizeram parte da passeata professores, bancários, estudantes secundários e universitários, mães, garis, engenheiros, arquitetos, médicos e padres.<br />
Vladimir Palmeira, um dos principais líderes daquele movimento, fez vários discursos e, em um deles, disse: “Minha gente, não pense que aplaudir e gritar ‘abaixo a ditadura’ é uma vitória. Hoje a repressão não veio porque não pode. E a nossa vitória é esta: ter saído na raça porque achava que tinha que sair.” Foi a partir de seu discurso que a passeata tomou rumo até a Candelária e terminou sem incidentes, representando a força estudantil, seus sonhos e também suas limitações.</p>
<p style="text-align:justify;">De junho até os últimos meses do ano, o país acumulou uma soma de crises, fortalecendo as bases radicais. O radicalismo se tornava público por meiro da música, do teatro, dos movimentos estudantis e da política. A intolerância tomou partido no III Festival Internacional da Canção, na noite de 28 de setembro de 68. Caetano Veloso, indignado com a reação do público, revoltou-se num discurso ameaçador aos jurados do festival e se retirou dizendo: “Se vocês, se vocês em política forem como são em estética, estamos feitos!”. A platéia manifestava sua preferência pela música Caminhando, de Geraldo Vandré, preterindo Tom Jobim, grande compositor dos anos 60.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos capítulos finais do livro, o autor aborda o ato final, declarado pelo presidente Costa e Silva. “Eu confesso que é com verdadeira violência aos meus princípios e idéias que adoto uma atitude como esta”, declarou o presidente. Uma reunião foi feita, no Palácio Laranjeiras, para que os representantes do governo pudessem dar sua opinião sobre a medida que viria a ser adotada. Não houve nenhuma oposição dos representantes ao AI-5. Somente o vice-presidente desaprovava a medida e tentou convencer Costa e Silva de que essa decisão seria muito radical. De acordo com o vice-presidente, o Ato Institucional contra à própria constituição, que é a garantia dos direitos humanos e dos direitos políticos. Não houve lugar para a ética na decisão de implementar o AI-5.</p>
<p style="text-align:justify;">O AI-5 promoveu grande censura mesmo antes de ser anunciado publicamente.  Filmes, peças de teatro, livros, jornais, programas de rádio, revistas, músicas e telenovelas foram abusivamente proibidos. O índex (índice dos livros proibidos pela ditadura) tinha como um dos artistas mais censurados e perseguidos Chico Buarque. O Ato Institucional passou a entrar em vigor em 13 de dezembro de 1968, debilitando e entristecendo toda uma geração revolucionária, idealista e sonhadora.</p>
<p style="text-align:justify;">A geração de 68 deixou, no mínino, lições de vida. A marca desses jovens rebeldes, revolucionários e anarquistas esteve nos movimentos coletivos, na união, na generosidade, em se doar em prol de uma causa maior, arriscando-se por ela, sem egoísmo, com amor. Eram apaixonados pela causa pública, lutavam por seus direitos, iam para as ruas pela defesa da liberdade, preocupavam-se uns com os outros. Representavam a vanguarda mais limpa, mais corajosa na luta do povo brasileiro contra a opressão ditatorial. Essas heranças deixadas pelos jovens de 68 deveriam servir de inspiração para os companheiros deste novo século.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro de Zuenir Ventura é um apanhado detalhado dos principais acontecimentos desse ano. De fácil leitura, apesar das tantas informações históricas, é um excelente relato do que realmente aconteceu, dos sentimentos dos jovens, das decisões políticas, das prisões e das revoluções comportamentais, culturais, sexuais da geração de 68.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=57&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/05/revolucao-ou-anarquia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Musa da Bossa Nova</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/04/musa-da-bossa-nova/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/04/musa-da-bossa-nova/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 14:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=53</guid>
		<description><![CDATA[Nara Leão, considerada por muitos como a musa da Bossa Nova, nasceu no Espírito Santo, em 1942, e mudou-se para o Rio de Janeiro quando ainda era criança. No apartamento de seus pais, em Copacabana, aconteciam reuniões de música, onde Nara começou a ter aulas de violão com o experiente cantor Patrício Teixeira. Alguns críticos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=53&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nara Leão, considerada por muitos como a musa da Bossa Nova, nasceu no Espírito Santo, em 1942, e mudou-se para o Rio de Janeiro quando ainda era criança. No apartamento de seus pais, em Copacabana, aconteciam reuniões de música, onde Nara começou a ter aulas de violão com o experiente cantor Patrício Teixeira. Alguns críticos acreditam que essas reuniões deram origem à bossa nova.</p>
<p>Nara estreou como cantora no musical “Pobre Menina Rica”, de Vinícius de Morais e Carlos Lyra, em 1963. No ano seguinte, quando gravou seu primeiro LP, provocou polêmica ao adotar um repertório que, além de bossa nova, incluía os chamados “sambas de morro”. A jovem cantora descobriu o samba e, com ele, os problemas do morro, a fome e um outro lado da vida. Nara não tinha medo. Cantava protestos, iê-iê-iê, bolero ou música nordestina. Cantava o que tinha vontade sem se preocupar com tendências musicais.</p>
<p>A cantora, que já se firmava como musa da bossa nova, apostou nas canções de protesto e, a partir daí, popularizou-se como mulher corajosa e ícone da juventude brasileira engajada contra a ditadura nos anos 60.</p>
<p>A menina tímida, que tinha medo do palco, mostrou-se uma mulher de opiniões fortes e contestadoras. Nara chegou a fazer ofensas aos militares em pleno regime militar. Em uma entrevista em 1966, a cantora disse que “os militares podem entender de canhão ou de metralhadora, mas que não ‘pescam’ nada de política”. Houve uma tentativa por parte do então presidente, Costa e Silva, de querer enquadrá-la na Lei de Segurança Nacional, mas vários intelectuais saíram em sua defesa, e nada aconteceu. De musa da Bossa Nova, Nara passa a ser cantora de protestos, simpatizante das atividades dos Centros Populares de Cultura da UNE. Participou em 1964 do show Opinião que teve fortes influências “cepecistas”.</p>
<p>Em 1966, interpretou junto com Chico Buarque a música “A Banda”, que foi vencedora do Festival da Música Popular Brasileira, na TV Record.</p>
<p>Nara Leão foi uma das primeiras cantoras a apoiar o movimento tropicalista, que revelou grandes cantores brasileiros como Gilberto Gil e Caetano Veloso. Na famosa polêmica das guitarras, a musa da bossa acabou se eletrificando.<span id="more-53"></span></p>
<p>A Tropicália ou Tropicalismo foi um movimento cultural com fortes influências artísticas de vanguarda e da cultura pop. Foi o precursor das inovações estéticas musicais e culturais. O movimento também tinha objetivos sociais e políticos, mas principalmente comportamentais, que tiveram grande resposta da sociedade sob o regime militar, no final dos anos 60. Sua influência foi sentida principalmente na música.</p>
<p>O Festival da Música Popular Brasileira foi o momento em que se definiu exatamente o Tropicalismo, no qual Caetano Veloso interpretou a música “Alegria, Alegria”. No mesmo ano do festival, foi lançado o disco Tropicália ou Panis et Circensis, considerado como um manifesto do grupo, e no qual Nara Leão participou com a música Lindonéia.</p>
<p>Nara acreditava que “a canção popular pode dar às pessoas algo mais que distração, ela pode ajudá-las a compreender o mundo onde vivem e a se identificarem num nível mais alto de compreensão”.</p>
<p>A cantora também participou da passeata dos 100 Mil em 1968, fazendo parte de uma comissão com cerca de 300 intelectuais e artistas que foram solicitar ao governador uma autorização para realizar uma passeata pacífica no centro do Rio de Janeiro. Nara era comprometida com as causas populares e tinha opiniões concisas contra a ditadura na época. A passeata foi a maior manifestação oposicionista desde a implantação da ditadura militar em 1964.</p>
<div id="attachment_54" class="wp-caption alignright" style="width: 90px"><img class="size-full wp-image-54" style="border:2px solid black;" title="lindoneia-nara1" src="http://fernandamag.files.wordpress.com/2008/12/lindoneia-nara1.jpg?w=80&#038;h=80" alt="Lindonéia" width="80" height="80" /><p class="wp-caption-text">Lindonéia</p></div>
<p>De acordo com o jornalista musical Sérgio Cabral, Nara “era muito antenada com tudo o que acontecia no cenário musical e serviu de fio condutor para a história daqueles anos”. A cantora foi a preconizadora da fase cancioneira de protesto, participou dos movimentos estudantis e dos festivais, viu o desenvolvimento do movimento tropicalista, e se manteve ativa até sua morte, em 1989. Ela ditou moda com os joelhos de fora e rompeu a barreira entre o erudito e o popular.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/53/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/53/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/53/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=53&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/04/musa-da-bossa-nova/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://fernandamag.files.wordpress.com/2008/12/lindoneia-nara1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">lindoneia-nara1</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A Saga do Herói</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/03/a-saga-do-heroi/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/03/a-saga-do-heroi/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 13:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[A Joranda do Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Vogler]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Campbell]]></category>
		<category><![CDATA[O Héroi de Mil Faces]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=47</guid>
		<description><![CDATA[O livro “A Jornada do Escritor – Estruturas míticas para escritores”, de Christopher Vogler, publicado pela Editora Nova Fronteira em 1998, é indispensável para aqueles que querem, além de entender os elementos fundamentais da narrativa e seu uso na escrita moderna, buscar ensinamentos para a própria vida. O autor faz uma viagem com o leitor, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=47&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O livro “A Jornada do Escritor – Estruturas míticas para escritores”, de Christopher Vogler, publicado pela Editora Nova Fronteira em 1998, é indispensável para aqueles que querem, além de entender os elementos fundamentais da narrativa e seu uso na escrita moderna, buscar ensinamentos para a própria vida.</p>
<p style="text-align:justify;">O autor faz uma viagem com o leitor, explicando o surgimento da Jornada do Herói, as críticas levantadas, as dificuldades de se criar um perfil ideal e esboça, através de um quadrado, as linhas que representam as etapas a serem seguidas pelo herói.</p>
<p style="text-align:justify;">Vogler se inspirou na obra “O Herói de Mil Faces”, de Joseph Campbell, que faz um estudo sobre os mitos mundiais do herói e cria o mito do herói. Através do livro de Campbell, ele constata que todas as histórias têm elementos comuns e repetitivos.</p>
<p style="text-align:justify;">Curioso com o que as histórias representam, significam e como elas funcionam, o autor busca desvendar os segredos dos contadores de histórias. Escrito em primeira pessoa, o livro dá um ar de que o autor está realmente conversando, aconselhando e interagindo com o leitor. Ele aponta suas próprias indagações a respeito de como uma boa história pode realmente tocar e se transformar em uma experiência inovadora para quem lê.</p>
<p style="text-align:justify;">Christopher Vogler trabalhava como analista de histórias para grandes estúdios de cinema americano. A partir disso, sentiu a necessidade de criar uma maneira prática, simples e objetiva de diagnosticar os problemas dos enredos e indicar soluções para evitar erros. A obra de Campbell foi essencial na criação de um memorando de sete páginas intitulado “Guia Prático de O herói de mil faces”, que descrevia a idéia do herói e exemplificava por meio de filmes clássicos e atuais. O livro de Joseph Campbell influenciou na maneira como os autores e cineastas iriam contar suas histórias, desenvolvendo uma tecnologia narrativa útil e empolgante, eliminando assim os riscos de tentar adivinhar e os gastos para desenvolver estas histórias para filmes. A Jornada do Herói passou a ter importância, pois ajudava a explorar os caminhos interligando mitos, histórias e psicologia. Vogler acredita que é um guia útil para a vida.<span id="more-47"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Algumas críticas acusavam o “Guia prático” de ter influenciado e corrompido os narradores de Hollywood, que estaria sendo usado como uma fórmula de fazer dinheiro. Porém, Vogler provou que o guia era uma fórmula prática de fazer com que todos pudessem ter o conhecimento de como as histórias são desenvolvidas e como elas fazem o público se sentir íntimo e se envolver sentimentalmente com elas.</p>
<p style="text-align:justify;">Na “Jornada do Escritor”, o autor aconselha os leitores a conferirem na prática as observações feitas por ele sobre a Jornada do Herói, pela escolha de filmes ou histórias que goste e pensar neles quando for empreender sua própria jornada como escritor, aplicando o método de anotações sobre cada cena do filme escolhido.<br />
Vogler acredita que, com as idéias de Campbell, é possível criar uma história para quase qualquer situação inimaginável e diagnosticar problemas em praticamente qualquer enredo deficiente. A contribuição de J. Campbell foi fundamental para que o autor pudesse organizar suas idéias e expor um novo padrão para as histórias.</p>
<p style="text-align:justify;">O autor menciona várias vezes que a Jornada do herói é uma constante repetição e ocorre em todas as culturas, acoplando-se a elas. Porém, sua forma básica permanece a mesma. Existe uma relação dos personagens do mundo dos mitos e as figuras que aparecem em nossos sonhos e fantasias, gerando uma análise psicológica de como funciona a mente humana influenciada pelas histórias.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro de Vogler é muito interessante pelo fato de poder ser usado para análise de qualquer história envolvendo um herói, desde o filme “Guerra nas Estrelas”, de George Lucas, até “Psicose”, de Hitchcock.</p>
<p style="text-align:justify;">“Guerra nas Estrelas” é considerado pelo autor o filme de maior impacto na mídia e que melhor representa a saga do herói, suas batalhas, desencantamentos, dificuldades e vitórias. O filme quebrou recordes, usando uma linguagem mais pop e estimulou a criatividade e a imaginação de novos autores. O que também é o objetivo deste livro, trazer o conhecimento a novos escritores e incentivar a escrita de novas histórias criativas e modernas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para os que gostam de ler livros, ver filmes e refletir mais aprofundadamente sobre eles, a leitura de “A Jornada do Escritor” é de grande peso, pois nos faz ter uma visão mais ampla de como as histórias surgem desde os bastidores até chegarem a nós, consumidores e leitores que buscamos sempre pelo novo, pelo interessante e, principalmente, pelo envolvimento que as histórias nos trazem.</p>
<p style="text-align:justify;">Christopher Vogler entrelaça a Jornada do Herói e a Jornada do Escritor em uma coisa só. Compara o escritor com o herói, pois ambos passam por testes, dificuldades, provações, alegrias e recompensas. Ele estimula os novos escritores a não perderem a esperança e afirma que a experiência de escrever, e pessoas de todas as partes do mundo poderem ler suas histórias, é mágica.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=47&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/03/a-saga-do-heroi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Ética no jornalismo</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/01/a-etica-no-jornalismo/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/01/a-etica-no-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 16:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=31</guid>
		<description><![CDATA[A ética é um conjunto de juízos de valor que delimita a tomada de decisões. É através da ética que conseguimos fazer boas escolhas, sem que estas afetem ou prejudiquem outras pessoas. Dois exemplos de falta de ética e irresponsabilidade no jornalismo são as histórias de Stephen Glass, um jovem jornalista que publicava matérias falsas, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=31&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A ética é um conjunto de juízos de valor que delimita a tomada de decisões. É através da ética que conseguimos fazer boas escolhas, sem que estas afetem ou prejudiquem outras pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Dois exemplos de falta de ética e irresponsabilidade no jornalismo são as histórias de Stephen Glass, um jovem jornalista que publicava matérias falsas, inventadas por ele, e a narração de Orson Welles, que aterrorizou milhares de pessoas com a encenação de uma invasão alienígena ao planeta Terra.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme “Shattered Glass – Verdade ou Mentira” conta a história verídica de Stephen Glass, destacando a irreverência e a originalidade do jovem jornalista. Glass teve várias matérias publicadas em uma das revistas mais famosas dos Estados Unidos, The New Republic.</p>
<p style="text-align:justify;">Suspeitando da veracidade de uma das reportagens de Glass, um jornalista de uma publicação concorrente averiguou os fatos, e descobriu que era falsa. Acabou descobrindo uma série de invenções de Stephen. A carreira do jornalista foi arruinada por indignidade e falsidade. Revelou-se a falta de profissionalismo e ética, essenciais para a prática do jornalismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Abordando o mesmo tema, o caso Orson Welles ficou mundialmente conhecido pelo atrevimento e originalidade com que narrou, pelo rádio, uma obra de ficção como se fosse realidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Welles baseou-se na obra “A Guerra dos Mundos”, de H.G. Wells, para transmitir ao vivo a “invasão alienígena ao planeta Terra”.</p>
<p style="text-align:justify;">A dramatização, transmitida em tempo real, com sucessivas interrupções, tornavam a narração ainda mais verossímil. Atraiu a atenção e a curiosidade de milhares de pessoas, causando histeria geral.</p>
<p style="text-align:justify;">Orson Welles pregou uma peça nos ouvintes, conseguindo provar a força persuasiva da mídia sobre a população.</p>
<p style="text-align:justify;">Os dois casos citados mostram que a falta de responsabilidade e a manipulação indevida da mídia podem causar danos irreversíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">O jornalismo representa o comprometimento com a verdade. Tem a função de assegurar a transparência das informações e proteger as liberdades, por meio da verdade e da responsabilidade profissional.<br />
Os dois exemplos servem de parâmetro para a análise da ética.</p>
<p style="text-align:justify;">Comprovam que devemos nos basear sempre na responsabilidade e nos princípios morais e éticos que regem a profissão do jornalismo para não incorrermos em erros que possam prejudicar a sociedade, e também a própria carreia profissional.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/31/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=31&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2008/12/01/a-etica-no-jornalismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>1968 &#8211; A Grande Revolução</title>
		<link>http://fernandamag.wordpress.com/2008/11/25/1968-a-grande-revolucao/</link>
		<comments>http://fernandamag.wordpress.com/2008/11/25/1968-a-grande-revolucao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 13:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[1968]]></category>
		<category><![CDATA[a grande revolução]]></category>
		<category><![CDATA[Todd Gitlin]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandamag.wordpress.com/?p=28</guid>
		<description><![CDATA[O documentário feito em 2008 pela GloboNews sobre o ano de 1968 começa com um discurso de Martin Luther King, e uma cena de Bobby Kennedy em sua campanha eleitoral. Ambos foram assassinados no ano de 68. O documentário apresenta a entrevista com o renomado sociólogo e professor da universidade de Columbia, nos EUA, Todd [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=28&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O documentário feito em 2008 pela GloboNews sobre o ano de 1968 começa com um discurso de Martin Luther King, e uma cena de Bobby Kennedy em sua campanha eleitoral. Ambos foram assassinados no ano de 68.</p>
<p style="text-align:justify;">O documentário apresenta a entrevista com o renomado sociólogo e professor da universidade de Columbia, nos EUA, Todd Gitlin. Integrante do maior movimento estudantil da época, o SDS (Students Democratic Society) , ele fala sobre a repercussão das revoltas de 68, ano marcado por grandes revoluções culturais, pelo feminismo, pelas drogas e pela guerra travada entre os EUA e o Vietnã.</p>
<p style="text-align:justify;">Gitlin, autor de “Os anos 60 – Anos de Esperança, Dias de Ira”, fala que a elite política e o sistema social que levou os EUA à Guerra do Vietnã estavam estremecidos. Vários confrontos com a polícia ocorreram em Chicago. Batalhas entre a esquerda e a direita. Todd Gitlin acredita que sem a Guerra do Vietnã os conflitos teriam sido mais tranqüilos. A polarização que estava acontecendo no país era impulsionada por movimentos de direitos civis.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o professor 1968 não foi só um simples conflito de gerações, pois elas já estavam dividas. Era um conflito entre a polícia e os manifestantes, que estavam reunidos na Convenção Democrática de Chicago, em agosto daquele ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo com Gitlin, as guerras culturais de hoje são as mesmas daquela época, porém em 68 houve a erupção dos confrontos entre os mais imperialistas e “isolacionistas”, entre os mais radicais quanto à política econômica e os mais direitistas em relação a essa mesma política.</p>
<p style="text-align:justify;">O repórter Lucas Mendes faz um comparativo com o movimento no Brasil, e diz não conseguir encontrar, nos EUA, muita consciência política. Os jovens de esquerda não tinham objetivos claros. Grande parte daqueles que realmente eram contra a guerra não se manifestaram na Convenção de Chicago. Tinham medo de cair em uma armadilha, e achavam que seria um conflito com a polícia, o que realmente foi. Além de acreditarem que os resultados políticos não seriam bons.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o sociólogo, os protestos estudantis em Paris, a Revolução Cultural na China e o que aconteceu nos EUA tinham apenas uma conexão superficial. A única semelhança era que as revoltas eram contra o imperialismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda de acordo com ele, os grandes vencedores dessa revolução, de início, foram Nixon e o Partido Republicano. Ao longo do tempo, as posições liberais prevaleceram na guerra cultural, pois tinham uma tendência de abertura.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Gitlin, a SDS cometeu erros, primeiro por querer resolver tudo sozinha, segundo por fantasiar a revolução e terceiro por se recusar a analisar a situação real, mergulhando em uma ideologia preexistente.</p>
<p style="text-align:justify;">A entrevista termina com a comparação feita entre os governos passados e os atuais, e a afirmativa de Gitlin de que os EUA perderam a sua hegemonia e não são mais o poder moral dominante.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fernandamag.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fernandamag.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fernandamag.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fernandamag.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fernandamag.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fernandamag.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fernandamag.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fernandamag.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fernandamag.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fernandamag.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fernandamag.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fernandamag.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fernandamag.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fernandamag.wordpress.com/28/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fernandamag.wordpress.com&amp;blog=5195378&amp;post=28&amp;subd=fernandamag&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandamag.wordpress.com/2008/11/25/1968-a-grande-revolucao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/60cca443ff06b3c8f996d74f2dda2049?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">fernandamag</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
